quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

ESTÓRIA NOJENTA ( Quem for susceptivel não leia)

Como o titulo indica, este post é particularmente nojento. Não me responsabilizo por eventuais estados de agonia que daqui possam advir.
Entre os 13 e os 22 anos passei férias na Costa da Caparica. Mais propriamente na Praia Nova, que fica mesmo em frente à famosa Torre das Argolas.
Como quase 50% da população portuguesa, tenho família emigrada em França. A minha prima Elisabeth ( com H no fim, claro), todos os anos vinha passar férias comigo. O mês inteirinho de Agosto a torrar ao sol da Caparica, numa casa pré fabricada que ficava mesmo ao lado do bar Cuica. Foi demolida quando foram todas. Belos tempos! Nunca esquecerei os concertos do José Malhoa, acompanhado pela ainda criança Ana Malhoa. "Sol, Sol, sol, sol de Verão.. brilha pra nós outra vez..." Se pensavam que era esta a parte nojenta deste post, estão muito enganados. Essa vem a seguir.
Eu e a minha prima passávamos as noites de verão a jogar às cartas com o meu irmão e o meu pai. Ela devia ter uns 12 anos, eu 16 e o meu irmão 10. Tadinho do meu irmão...santa inocência! Ia ter que esperar ainda 7 anos para que lhe fosse feito o seu primeiro bico ( para quem não leu, é favor ver o post anterior)!
Pois numa dessas noites, estávamos nós a jogar á sueca, quando a minha prima disse:
- Não faz batota que eu vai cagar. - Ela falava mal português, mas sabia o principal.
E foi.
Quando voltou continuámos a jogar.
No dia seguinte quando acordámos o meu pai disse:
- Quem é que foi à casa de banho à noite e não puxou o autoclismo?
E responde a Elisabeth:
- Eu foi! Mas puxou e o cóiso não foi pra baixo.
E responde o meu pai:
- Olha! Pensava que tinham deitado um pau para dentro da sanita, fui pegar naquilo, fiquei com as mãos todas cagadas! Porra!
Vocês nem imaginam o que nós rimos com aquilo! A imaginar o meu pai a olhar para dentro da sanita com ar de ponto de interrogação, a puxar o autoclismo vezes sem conta e, por fim, a pegar no belo torso e verificar que não era nada mais nada menos que merda no seu mais puro estado.
Ainda agora, a escrever isto, tive que parar pelo menos duas vezes e rir que nem uma parva sozinha no balcão.
Enfim, já tive a minha sessão de abdominais.
Uuuuuffff!

domingo, 7 de dezembro de 2008

INICIAÇÃO SEXUAL

No meu post "À Descoberta da Keka" houve um comentário lindo do meu maninho que dizia "Vou contar aos pais". Ai sim maninho??? Então aqui fica uma estória linda da tua vida.

Tinha ele 17 anos e eu 23. Iniciei -o na má vida. Levava-o comigo nas saídas nocturnas com pessoal da universidade. Uma noite saí com vários colegas entre eles a Rute do 2º ano de Turismo, 19 aninhos, tarada sexual. Andava a fazer uma lista dos gajos que já tinha comido desde que o ano lectivo começara. Fomos para o Bairro Alto e bebemos que nem umas doidas. E o meu irmão connosco. Corremos alguns bares e a meio da noite já via o meu irmão com a mão por dentro da camisa dela. Enfim...era a Rute. Por fim, e para acabar em grande, fomos a um ultimo bar e toca de emborcar B52s e TGVs. Dizia eu:

- Porra já bebi 3 B52s e 1 TGV e esta merda não bate nada. Vamos embora.

E fomos. Assim que saí do bar comecei a ver tudo andar à roda e disse á Rute ;

- Xiiii tou que nem posso! Afinal aquela merda bate mesmo. E lá fui, toda torta agarrada ao meu irmão e à Rute, rua abaixo para a apanhar um taxi. Ia a descer a calçada quando, encostado a um bar, vejo o Rui, gajo que eu já não via havia uns 10 anos. Não o via desde que ele saira da minha casa tinha eu 13 anos a bater com os calcanhares no cu depois de ter pedido à minha mãe para namorar comigo. Cumprimentei-o e fui-me embora a lamentar-me por ele ter dado em gay.

Chegados a casa ( A Rute ia dormir na minha casa), o meu irmão foi para o quarto dele, que era em frente ao meu e ao lado do dos meus pais. Eu e a Rute fomos para o meu. A minha cama era de solteira, portanto iamos dormir apertadas. Mas com a bebedeira que eu tinha em cima, ia dormir de certeza. E dormi. Que nem uma santa. No dia seguinte acordei e disse à Rute.

- Bem, dormi tão bem que nem te senti Rute.

Ela não respondeu.

Despedimo-nos e ela foi para a casa dela.

O meu irmão assim que acordou foi directamente a casa do Pedro, o nosso vizinho do lado.
Achei aquilo estranho. Mas pronto.

Passaram-se dois dias. E dois dias depois perguntei ao meu irmão;

- Olha lá, posso saber porque é que no Domingo passado quando acordaste foste logo a casa do Pedro?
- Juras que não contas aos pais?
- Juro, diz lá.
- É que a Rute naquela noite que dormiu cá, foi ter comigo ao quarto...e fez-me um bico. E depois olha...foi a noite toda. Fui a casa do Pedro contar-lhe.
- És mesmo estupido! A tua cama range. É ao lado do quarto dos pais...Oh Meu Deus! E a Rute, aquela maluca. Queria ver se os pais acordassem!

Passados dias, quando ela fazia a lista dos gajos já comidos desde que as aulas tinham começado ,eu disse-lhe;

- Podes por aí o nome do meu irmão. Maluca!

Ela corou, pôs o nome e pronto...a coisa ficou por aí.

Deve ter sido o teu primeiro bico hã maninho!